![]() | Como uma criança com dislexia e síndrome de Asperger, nenhum dos quais foi diagnosticado até a idade adulta, Willard Wigan era ridicularizado em sala de aula por seus professores da escola primária por não aprender a ler. Ele atribui seu impulso inicial na escultura, que começou aos cinco anos de idade, à sua necessidade de escapar do escárnio de professores e colegas de classe. Ele queria mostrar ao mundo que nada não existia, deduzindo que, se as pessoas não pudessem ver seu trabalho, não estariam em posição de criticá-lo. Desde então, ele tem como objetivo fazer obras de arte ainda menores, visíveis apenas com um microscópio. |

O artista britânico faz esculturas há seis décadas e, no entanto, todo o seu trabalho cabe na palma da sua mão. E se você acha que as estátuas são pequenas, imagine as ferramentas usadas para fazê-las. Willard tem que criar todas elas sozinho, com agulhas hipodérmicas, fragmentos de diamante e cílios humanos.

Medida em micrômetros, e quase invisível ao olho humano, suas obras são esculpidas em grãos de areia, poeira, nylon, ouro e até teia de aranha e demoram, em média, aproximadamente oito semanas para serem terminadas.

Willard também estabeleceu dois recordes mundiais do Guinness, o primeiro para a menor escultura do mundo da Estátua da Liberdade em 2010 e para a menor escultura feita à mão em 2017.

Ele também detém o recorde mundial da menor escultura já feita, do tamanho de uma única célula sanguínea humana. É uma escultura de um feto esculpido em kevlar e colocado dentro do buraco oco de um único fio de cabelo.

Ele explicou que, enquanto trabalha, às vezes usa o tremor causado por seu próprio batimento cardíaco como uma britadeira para cinzelar as minúsculas partículas.

O canal do Youtube Great Big Story conversou com o artista sobre suas esculturas liliputianas incrivelmente detalhadas que se encaixam no buraco de uma agulha.
Em 2007, aquele garotinho, que era ridicularizado na escola, recebeu das mão do próprio príncipe Charles a Ordem do Império Britânico, como recompensa por suas contribuições para as artes. Em janeiro de 2018, ele foi galardoado com um doutorado honorário da Universidade de Warwick em reconhecimento às contribuições significativas que fez à arte e à escultura.
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