![]() | Susan Boyle é essa senhora gorda, feia e velha que no mês passado adquiriu repentina notoriedade ao se apresentar em um programa de talentos da televisão britânica. Seu vídeo, além de bater todas as marcas do YouTube, foi reproduzido pelos meios de notícia de todo o planeta com palavras de reconhecimento e gestos de aprovação. |
O triunfo de Susan Boyle transformou-se no triunfo do espírito humano. É um misto do "...vai lá e faz..." e do mais puro sonho americano: "Com esforço, trabalho e talento, você consegue... não se renda!".

Hoje, ao voltar a ativa na WEB, me entretive lendo a biografia (em português) da senhora virgem na Wikipedia. Impressionante, é mais completa, por exemplo, que a de José Serra. De fato, se um fosse um marciano pesquisando sobre os terráqueos iria aprender que Susan Boyle é mais importante que Mikhail Gorbachov.
Susan fez algo extraordinário, mas seu mérito deve ser baseado em que ela é uma pessoa muito ordinária, mais que isso: ordinária e trivial. Um ser humano redundante, cuja vida e morte poderiam ter resultado completamente irrelevantes e supérfluas, exceto que conseguiu algo extraordinário: cantou uma canção tola em um programa de talentos da TV e demonstrou, uma vez mais, que não é necessário nem crer em Deus, somente em si mesmo, para conseguir aquilo que se propor.
O vídeo que percorreu o mundo, que foi visto milhões e milhões de vezes no YouTube, é fabuloso. Susan Boyle está de pé no palco. Tem a graça de uma máquina de lavar roupas, ou um bujão de gás mal vestido, ou melhor ainda: é alguém em quem ninguém prestaria a atenção a não ser que fosse obrigado a fazê-lo. Então Susan Boyle começa a cantar. A canção é "I dreamed a dream", uma breguice (bela, mas ainda uma grande breguice), uma canção tão comum como a própria Susan Boyle, uma canção na qual você só (talvez) prestaria atenção se estivesse assistindo o musical "Os miseráveis" já que permitiria imaginar Victor Hugo revirando-se em sua sepultura do Panteão de Paris, enquanto dá cotoveladas em Alexandre Dumas e em Emile Zola.
Mas nesse contexto, o televisivo, Susan Boyle não é só uma pessoa trivial e redundante; o palco transforma-a em um espantalho, um "faz me rir", o quasímodo de penteado horrível. A reação do público é imediata, não passam mais de dois segundos e o aplauso resulta ensurdecedor. A mistura musical do aplauso é ótima: funciona como instrumento, como outra contribuição sonora à canção. É fácil evocar a gritaria em frente ao palco dos Beatles, quando as adolescentes soltavam gritos histéricos e a gente se perguntava como escutavam a canção se estavam gritando desesperadamente. Já na cena montada no Britain's Got Talent, o público está de pé aplaudindo, dois idiotas fazem comentários ainda mais idiotas e o júri manifesta sua emoção e surpresa. O que as pessoas notam, mais que a canção, mais que a interpretação dessa canção, é o reconhecimento da interpretação dessa canção. Ninguém ouve a música, senão o modo em que se reconhece a interpretação daquela música.
Há que se prestar atenção aos jurados. Dois homens e uma mulher, Amanda Holden, uma atriz britânica de seriados e telenovelas nascida em 1971. Holden tem os braços sobre a cabeça, esperando um desastre ou algo pior, mas quando Susan Boyle começa a cantar, abre a boca e olha para os lados. A surpresa é exagerada, caricatural até, e durante os dois minutos que dura a canção podemos vê-la se emocionar, ficar de pé, aplaudir... enfim, admirar-se.

Amanda Holden é o oposto televisivo de Susan Boyle. 38 anos, peitões empinados, o vestido azul, o corpo de mulher em toda a sua plenitude (não é "uma garota", senão "um mulherão" no ápice de sua maturidade sexual). Holden representa tudo aquilo que Susan Boyle é incapaz de representar. Enquanto Susan Boyle, sobrancelhas grossas, penteado "vim de moto", movimentos torpes, papada chocando contra o pescoço é alguém em quem ninguém prestaria atenção na rua, e que resultaria abominável na tela de televisão, Amanda Holden é a mulher que qualquer um viraria o pescoço para ver o traseiro na rua, e que desejaria estar ao seu lado ao vê-la na TV.
Ao exagerar o reconhecimento do talento de Susan para o canto, Holden está dizendo: você é gorda, velha e feia mas seu talento para o canto lhe redimiu e quando aplaudo e exagero o meu reconhecimento te concedo uma dispensa, a de ser feia.
No exato momento em que a mulher de tetas firmes reconhece o talento -e de certa maneira da existência- da mulher gorda, velha e feia, ela está idealizando exatamente o oposto o que supõe a encenação.
Nos dias e nas semanas posteriores, Susan Boyle converte-se no maior tema de interesse mundial, torna-se um ícone.
Ficamos sabendo que Susan Boyle estava desempregada, que cantava em um coro, que nunca foi beijada e mais a frente descobrimos que lançaram bonecas com seu rosto, que lhe ofereceram um milhão de dólares para atuar em um filme pornô, que cantará no musical Evita, que recusou apresentar-se para o Presidente Barack Obama, que farão um épico cinematográfico com sua vida (Catherine Zeta-Jones manifestou desejo de interpretá-la), que estão sendo preparados múltiplos livros com sua biografia, que gravará discos, que sairá em turnê pelo mundo... etc... etc e etc

Susan Boyle é patética antes de ser simpática, e mesmo assim a gente experimenta uma inevitável empatia, pois as pessoas encarregadas de recordar que ela é só uma máquina de lavar roupas, um bujão de gás mal vestido, um quasímodo, não somente são uns badulaques, senão badulaques que logo receberão uma lição. As mesmas pessoas que não escondem o riso quando a gorda se contorce, quando a feia diz que quer ser como Elaine Page, quando a velha diz que quer ser cantora profissional, segundos depois, quando o bujão começa a cantar, ficarão de pé, aclamarão, converterão a gorda feia em um conceito ("Susan Boyle"), uma lição a aprender, um episódio para ensinar. "Todos temos sido muito cínicos..." .
Se a cena só existisse nesse instante, se não repassasse os limites da tela, se de alguma maneira fosse só um grosseiro ornamento de um capítulo televisivo de algum conto infantil como "A gata borralheira" ou "O patinho feio", seria simplesmente perfeita. Mas a cena, assim como tal, foi desenhada para exceder seu contexto, para converter-se em lição de moral, exemplo social: todos somos muito cínicos.

Nos dias seguintes, Susan Boyle, o conceito, diz aos ruidosos jornais britânicos: "A sociedade moderna é rápida para julgar pessoas por sua aparência. Não há muito o que falar, é a maneira como pensam; é a maneira como são. Mas talvez isto lhes ensine uma lição, ou estabeleça um exemplo".
A lição que devemos aprender é muito sombria para ser dramatizada em um programinha de televisão, pois o que esta lição diz não é que uma pessoa de 47 anos não é velha, nem que alguém com 40 quilos a mais não é gorda, nem sequer que a beleza é algo relativo e que inclusive Susan Boyle pode resultar uma mulher atraente para alguém. Não. A lição diz que, efetivamente, essa mulher é gorda, velha e feia, e que mesmo que você não quisesse tocá-la nem com o cabo de uma vassoura, o que vale mesmo é a aparência e que essa é a maneira que as coisas são vistas pela sociedade.
A autocrítica de Amanda Holden e a lição de moral de Susan Boyle estão dizendo que as pessoas supérfluas e redundantes prostradas em frente a TV vêem como outras pessoas supérfluas e redundantes têm vidas mais interessantes que a própria, e que também podem ter um talento, e que um talento, na sociedade contemporânea, se define segundo as regras da indústria cultural: um talento é cantar uma canção tola em um concurso de TV. Pois, de outra maneira, a brecha, o grande abismo que separa Amanda Holden e suas tetas de Susan Boyle e seu penteado ridículo seria intransponível. Susan Boyle pôde ter passado a vida ajudando leprosos, e mesmo assim, seguiria sendo alguém a quem você não gostaria de olhar duas vezes.
A Princesa Fiona, na saga de Shrek, segue tendo a voz de Cameron Diaz na sua versão original. Ao final da jornada, é sempre Cameron Diaz que outorga uma dispensa à Princesa Fiona: é ela que diz que inclusive os velhos, gordos e feios podem fazer de seus sonhos realidade.
A lição de moral é inquietante e fascinante ao mesmo tempo. Diz, mais ou menos: as coisas são como são. Susan Boyle é Susan Boyle e nada mudará isso. Ninguém mudará o que pensamos de Susan Boyle. Ninguém dirá: queremos mudar nossos valores estéticos, queremos mudar nossos preceitos a respeito do que é lindo, jovem e esbelto, e portanto feio, velho e gordo.

Ao final resta a interpretação magistral de Amanda: ela abaixa o olhar, atua como estivesse repensando. Então comovida, mostra que acaba de aprender uma lição e que inclusive seria capaz de devolver seus seios perfeitos de borracha ao cirurgião que ali os colocou: "Todos temos sido muito cínicos", diz cabisbaixa, culposa, "... e esta é a maior chamada de atenção".
Enquanto todos nos sentimos um pouco culpados por gostar do belo, a câmera dá um close furtivo nos belos seios de Amanda.
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Comentários
Lenda urbana: O video da Carla Perez no Jô em 1994!
Lenda emidiguiana: a existência desse que fez o post!
O cara que consegue criar polemica!
KKKKK...belos seios mama
essa veia vai perde o cabaço e mesmo
E da onde que esta mulher é bonita? Pode até não ser feia, mas é o que se chama aqui girl-next-door, ou seja tipinho mais comum. Ainda está produzida até o último fio de cabelo, e vejam bem é uma tábua (engraçado que o título deste testo faz alusão justamente aos seios, algo que ela é desprovida de!). Concordo com essa observação mais do que óbvia de que o mundo há muito tempo, é regido pelas aparências...A meu ver é um texto fútil, que só discorre sobre o óbvio, ao qual foi dado um título apelativo para ser lido. Passo.
Perdão pelos meus erros ortográficos, acho incrível isso tudo! é triste do modo que pensamos, oque é a beleza? oque é o feio? rico, pobre? e mais triste ainda e pessoa que escreveu o artigo acima, me deixem fora disso tudo, estou fora desse sistema.
a pessoa que escreveu acima deve querer sucesso também!
um abraço a todos, realmente me deixa triste!
???
???
OAIOSIAOSIOAISOIAOSIA³
me matei lendo pra chegar no final e me matar de rir!
Se fossemos considerar o TODO prefiro 1000 vezes a Susan Boyle!
Beleza não é tudo não. Talento é questão de competência, ou seja, quem tem, tem, quem não tem, não adianta pensar em fabricar, não consegue não.
Pessoas normais em geral têm (abaixo a reforma ortográfica) 5 sentidos, mas parece-me que o autor deste texto dispõe de apenas um, o da visão.
O mundo, a beleza, as artes o bom o ruim etc., tudo é percebido pelos sentidos. Não posso concordar que apenas o que agrada aos olhos deve ser valorizado. Se fosse assim, coitado do Beethoven.
É difícil também ler frequentemente sobre bobagens que as pseudo-celebridades, que nada contribuem para o desenvolvimento da humanidade, com é o caso da moça do texto em questão, vivem aprontando por aí apenas para satisfazer o exacerbado amor próprio.
não sabia que a Susan estava competindo com a Amanda para ver quem era a mais bonita e a mais gostosa...
é claro que se colocá-las lado à lado e mandar o público escolher a mais linda e gostosa e jovem, é claro que o público escolherá a Amanda, mas, dá licença, a Amanda não está lá para competir e sim para julgar...
bem, não quero impor minha opinião porque não sou dona da verdade, mas, é da aparência que vocês estão falando? quer dizer, então a Susan foi lá para participar de um concurso de Miss, para arrumar namorado, para arrumar marido, para caçar, para ser comida...
pensei que ela tivesse ido lá apenas para cantar porque gosta de cantar...
Ah, me desculpem, mas eu pegaria a Amanda, e pediria à Suzan prá ir cantar em outra freguesia.
Tá com dó? Leva prá casa...
Ruby,
mas não era a aparência física dela que estava em julgamento, mas sua voz como cantora.
O Pavarotti não era lá um grande galã, ou um " sem comentários " mas sua voz era maravilhosa e ele vai ficar na história pela sua voz.
Maria Bethania não é uma musa de beleza ( todos sabem ) mas sua voz é linda.
Tim Maia não era uma grande beleza, e era gordo, bem gordo, mas sua voz, sua música ficou nos nossos corações.
Os Bee Gees não são bonitos, mas suas vozes são harmoniosas.
Paul Maccartney está velho ( ? ), bem mais de 47, porém continua encantando multidões...
e outros muitos exemplos que não vou citar de cantores e cantoras consagrados que já passaram da juventude, engordaram, enfeiaram ...
O texto que o 100 nossão escreveu é lindo !
Nota 100 pra ele !!
Quisera ver muitos textos parecidos com o dele por aqui.
Muitíssimo bem escrito, muitíssimo bem elaborado, muito criativo e rico, mas não é disso que estou falando.
beijos
Vejo um lado bom. O programa, por pior que seja, tem milhões de expectadores e fez a vida de uma simples senhora muito melhor.
Independente de aparência, inteligência, humor ou capacidade, somos todos iguais e temos os mesmos direitos. O julgamento é para os egoístas que têm um mundo fechado e acham que todos fazem parte dele.
A vida é muito mais que aparências. O espírito são é a essência da vida.
Susan Boyle, não nos deu uma lição, não era o interesse dela ...
... a lição estava lá para quem quizesse aprender ! putz, eu poderia explicar, mas pra quem crê no que está escrito acima seria perda de tempo ..
... TOTALMENTE SEM NOÇÃO ...
Não há nada para entender!
Caro 100 Nossão,
não passei dos 50 como você disse, mas nem por isso acho que Susan seja uma velha, olho para ela e não vejo uma velha, vejo uma mulher madura, muito bem humorada, diga-se de passagem...
não sei sua idade, mas, se você for jovem, e um dia chegar aos 47, e te chamarem de velho, tenho certeza que você ficará indignado.
acho que uma pessoa de 47 anos ainda é jovem.
quanto a ela ser gorda, aí concordo com você, rs.
e quanto a ela ser feia, bem, vai se fazer o que?
Caro leo, como dizem: bund@ e gosto não se discute. Além de que seria capaz de apostar que você nunca tenha ouvido falar de Schönberg.
Susan cantou maravilhosamente se considerarmos todas as suas limitações mas procure no Youtube por Ruthie Henshall cantando a mesma música e você verá o que é uma bela interpretação, digna da obra de Victor Hugo; não esta versão comercial preparada para vender na voz de Sarah Brightman.
A letra da canção:
"Ele dormiu um verão ao meu lado preenchendo meus dias de maravilha infinita. Ele fez da minha infância o seu êxito, mas ele foi embora quando o outono chegou..."
É sim muito brega.
Ademais, se a Eliane teve propriedade para me insultar com apenas sete anos, pior ainda: além de ser um pequena anta, não tem nenhuma educação. E todos sabemos o que acontece com este tipo de gente, são educados pela vida e terminam arrastando barrigudinhos remelentos enquanto apanham do marido bêbado e analfabeto.
Maria Cristina, eu sei disso, mas segundo os padrões vigentes 100% escolherão Amanda muda ou cantando desafinado (eu escolheria). E ademais sei que você só diz isso -não vê diferença entre os 38 e 47- pois muito provavelmente já passou dos 50.
O que tento dizer é que o que vale hoje e sempre é a beleza, o padrão estético vigente. Não adianta dar piti só porque as pessoas se assustam com a sua cara. Não adianta crer que a opinião de toda uma sociedade vai mudar por causa da redenção de uma virgem gorda feia e velha cantando bem trilhas teatrais.
Minha intenção não é ofender a mulher (Susan), mas sim lembrar que amanhã ou depois ela vai acordar e ninguém mais vai se lembrar que ela sequer existiu, ela voltará a ser gorda feia e velha. Isto é imutável, acontece com a gente todo dia.
Se você, assim como eu, é feio e mora longe; o melhor que tem a fazer é desenvolver uma qualidade que o fará simpático ou lhe distinguirá dos demais feios. Susan, por exemplo, aprendeu a cantar na igreja depois que o padre não se interessou por ela e não quis "beijar na boca". O meu é de, as vezes, criar polêmica e não me fazer entendido por mais que eu tente.
Não me queiram mal.
[]s
só quero salientar que 38 anos não está muito longe de 47...
Penso que o que está em julgamento não é sua aparência mas sua voz...
Os outros dois jurados também não estão no frescor da juventude, seus portes físicos; - não mais aquela barriguinha de tanquinho - rugas e cabelos grisalhos já demonstram que devem ter passado da casa dos 47...
Compreensão limitada, (agora sim) frases feitas, tudo lido... nada entendido!
Texto longo, frases feitas, tudo escrito....nada dito!
coitada da menina nã esculachem ela!
ela deve ter so 7 anos!
100 nossão voce deve ter um grande mau gosto musical.
essa musica não é brega.É show.
Susan é o patinho feio, na versao 2009 [2]
Mais um que perde a chance de ficar calado.
Uma tem problema de interpretação, outro não sabe o significado de sarcasmo.
Ai meu saquinho!^^
Por favor!
Muita gente está chamando a "Eliane" de burra, mas escreve "100 nossão"! Está bem... podem até se defender com relação ao "100", mas... nossão? O certo é noção!
Sobre o texto: interessante!
Muito bom esse texto. Uma reflexão mais demorada sobre o caso Susan Boyle. Uma sentença apenas: EU sou muito cínica!
Opaaaa, parece que doeu!!!!
Parabéns 100 Nossão. Excelente texto. :clap: :clap: :clap:
O mundo sempre foi governado pelo belo.
Desde a Grécia Antiga, o belo, escultural e harmonioso era visto como arte, poético e digno de celebração. Por outro lado em Esparta, aqueles que eram feios, defeituosos e limitados eram descartados com a morte ainda qdo criança pelas próprias mães.
Na Roma Antiga, o belo era representativo dos Deuses e dos Augustus.
Na Idade Média, os reinos, monarquias e a reaçeza eram agraciados com oque havia de mais resplandecente e belo.
Hoje, então os motivos se intensificaram, desde de um simples emprego para um carreira profissional de sucesso.
Ótima, fantástica reflexão, mas seria esperar muito que todos entendessem.
Eliane vai agarrar um livro para ler menina, vai.
Eliane vai estudar um pouco..... :sha:
Infelizmente quem escreveu este texto retratou a realidade!! É assim que as pessoas que não tem beleza são vistas, ou melhor, não são vistas, não tem nenhuma credibilidade e tem que provar a todo momento que são capazes.
Mas é fato que isso pode até fazer algumas pessoas refletirem sobre o assunto.. mas logo vai ser esquecido e vai voltar tudo na mesma mediucridade e hipocrisia de sempre!!
O que a Susan Boyle tem de feia e canta bem a Eliane tem de falta de educação e de falta de inteligência. Garota burra! Dá zero pra ela!
Eliane, você teve a chance de ficar calada no entanto se doeu por algo que não entendeu e falou uma besteira enorme.
Eita povinho burro que tem problema para interpretar um simples texto.
Já comeu a sua raçao de capim hoje mulher?
Não sei quem escreveu esse texto, de extremamente mal gosto. Pelas palavras, pelo julgamento acredito que você deve ser uma pessoa maravilhosa, magra, alta, super interessante....Só uma coisinha, você é realmente um 100 Nossão, estupido, babaca, uma pessoa que não tem respeito pelas outras.
Eu já tinha dito isso antes, em outras palavras...
Sim, é tudo verdade.Ela canta muito e etc, não se deve julgar o livro pela capa, blá, blá,blá...mas nada vai mudar.Vão continuar brilhando os artistazinhos jovens de carinhas bonitas, mas sem conteúdo...
27-04-2009 11:16:26
Susan é o patinho feio, na versao 2009 :clap:
Muito bom 100 Nossão, muito bom mesmo. Vale muito a pena ler. Parabéns!
Ótimo texto admin, parabéns!
a bela e a feia... kkkkkk... a mídia atua assim porque o povo está muito sexual, só ligando pra peitos e bundas. teve gente achando que a Susan saiu de algum espetaculo "freak"
hihihihihi :?